FMT Administradores

"DEVE-SE TER EM MENTE QUE NÃO HÁ NADA MAIS DIFÍCIL DE EXECUTAR, NEM DE PROCESSO MAIS DUVIDOSO, NEM MAIS PERIGOSO DE CONDUZIR DO QUE INICIAR UMA NOVA ORDEM DE COISAS".

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

II Encontro Regional de Administração:Universidade, Empreendedorismo e inovação.

A segunda noite do evento teve inicio com uma palestra do professor Doutor em Sociologia Econômica e das Organizações, Paulo Guedes. Com uma temática voltada para a produção acadêmica, Paulo apresentou o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB), assim como, os índices de produções acadêmicas e patentes registradas no País, que comparadas a de outros países tem enfrentado uma produção inferior àquela que se poderia alcançar, entretanto, segundo ele, é preciso mais investimento e alternativas que viabilizem o desenvolvimento científico e tecnológico para que o país melhor possa desenvolver-se.

Paulo criticou a estrutura do ensino superior no Brasil, do mesmo modo, ignorou o público presente, constituído por professores e graduandos do curso de Administração de Empresas e áreas afins da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), e das demais Instituições de Ensino Superior presentes, e afirmou que as faculdades particulares, têm baixo custo e não transmitem o conhecimento necessário para formação do aluno. De modo geral, essa afirmativa não está incoerente com a atual conjuntura brasileira, mas é preciso está atento para não desmerecer a qualidade buscada pelas instituições privadas, as quais muito contribuem para aumentar as possibilidades de opção, para aqueles alunos que por inúmeros motivos não conseguem ingressar numa universidade pública, possam fazer um curso superior.

Nesta perspectiva, seguindo o mesmo raciocínio, e não menos incisivo, ele considerou o ensino à distância, uma política de expansão ‘criminosa’ e apresentou como solução para resolver esse problema, uma melhor formação pedagógica, com os professores preparados e qualificados, e que apresentem domínio das novas tecnologias da informação e comunicação, para que possam atender esta demanda de mercado. Por sorte, o núcleo de ensino à distância do curso de Biologia da UESC, não foi convidado para contribuir nesta palestra, pois não se pode afirmar efetivamente o que de fato diria sobre essa afirmativa, ou pode-se (...).

Por fim, o professor Paulo Guedes falou da Importância de se ter uma Empresa Junior no curso de Administração, e os benefícios que ela pode trazer aos estudantes do curso, e fez uma acentuada consideração sobre o processo de inclusão digital, e os cuidados que se deve ter com ele, pois a sociedade não foi preparada para esse acontecimento.

A segunda palestra da noite, ministrada pelo Palestrante e Mágico: Dalmir Sant’anna cujo tema foi: As Habilidades Estratégicas do Administrador Contemporâneo, com uma forte tendência ao ilusionismo e à espetacularização, e não menos adepto ao estilo showman de ser, ele brilhantemente conduziu à sua apresentação.

Mestrando em Gestão de Pessoas, Dalmir afirma que o Administrador atual não pode dar as costas para a gestão de Pessoal das organizações, deve-se está atento ás mudanças constantes do ambiente e ultrapassar as barreiras, pois tudo depende de cada um de nós:

“O dia esta na sua frente e você pode ser o que quiser”

O novo estilo de Gestão exige do Administrador constante evolução, vontade e visão. Segundo ele, alguns elementos dão suporte para que o Administrador tenha condições de obter melhores resultados na sua equipe, tais como: O planejamento que anuncia aonde ele quer chegar, ou seja, viabilizar os meios para alcançar os objetivos; a estratégia que auxilia como realizar o planejamento e constitui o mecanismo através do qual as organizações interagem com o seu contexto ambiental; a pró atividade que está relacionada à iniciativa, como assinala Alfredo Lago (2002) , uma pessoa pró ativa está sempre se antecipando aos acontecimentos, então ser pró ativo significa tomar a iniciativa? Também, mas não apenas isso. A iniciativa por si só é uma reação, e não uma ação. Quando adicionamos a esta um questionamento positivo do processo, além do planejamento, então chegamos à pró atividade. fazendo até mesmo alguma espécie de previsão para poder atuar de uma determinada forma planejada; e a cooperação pois quando as pessoas trabalham unidas, os resultados são melhores.

Não dá para deixar de ressaltar a atuação dele durante a palestra, o efeito foi mesmo surpreendente, é como se num determinado instante todas as expectativas do público presente, fossem satisfeitas, pois nem mesmo Maslow (1908-1970), imaginava, ao elaborar a hierarquia das necessidades, o efeito causado por uma palestra desse nível, onde será que ele incluiria o efeito causado no espectador, após assistir a uma palestra como essa? Os componentes da espetacularização estavam numa mesma cadência, o fundo musical utilizado no momento em que as ‘ilusões’ aconteciam parecia um back ground (pano de fundo), era um momento a parte, eis que surge o espetáculo! Como diria Debord (1931-1994), em A Sociedade do Espetáculo, tudo que era diretamente vivido se esvai na fumaça da representação, e Maquiavel que conselhos daria ao príncipe após assistir à palestra do Dalmir?

Ademais, deve, nas épocas convenientes do ano, distrair o povo com festas e espetáculos”.

Dalmir disse que os jovens atualmente utilizam um novo código para expressar que algo é mesmo muito bom, tudo agora é Show (...), espero que o leitor possa compreender, através das minhas palavras o que ele quis dizer com esta afirmativa, é como se a geração de amantes da música de Madona da década de 80, no espírito dos jovens atuais, dissessem Madona é Show, calma foi apenas um exemplo para que você pudesse entender, afinal, ela virá ao Brasil. Diga-se de passagem, que a palestra do Dalmir é do mesmo modo, um Show, essa é literalmente. E você leitor é show!

Para se vencer desafios, é necessário respeitar opiniões, como sempre digo, tem sempre um ponto de vista para cada situação vivida, ou como diria Karl Marx (1818-1883), depende da perspectiva observada. O administrador precisa reconhecer e agregar valor às pessoas:

“Para administrar é preciso compreender que é difícil agradar a todos. Mas é igualmente impossível desagradar a todos”,

Marx já dizia: “tudo o que é sólido se desmancha no ar”, se o clima organizacional está desfavorável, modifique-o, tenha uma atitude positiva e faça a diferença, seja uma pessoa de talento, como diz Chiavenato (2005), uma pessoa de talento é um tipo especial de pessoa, para se ter talento a pessoa precisa possuir algum diferencial que a valorize, entre eles, o conhecimento – é o saber, a habilidade – é o saber fazer, e a competência – é o saber fazer acontecer. O dia esta na sua frente e você administrador pode ser o que quiser.

Dalmir é mesmo uma pessoa de talento, não bastou encenar tanto para encontrar a identificação do público, sobre este fato, Debord dizia que, as platéias precisam de algum elemento de identificação para que o espetáculo as envolva de fato, ele é um administrador – um ilusionista,essa qualidade o distingue dos demais, afinal, todos que estavam na platéia, sabiam que tipo de palestra iriam assistir, diferente de outras que o espetáculo não é mencionado, mas está o tempo todo presente.

Em síntese, foi uma grande apresentação, Dalmir sabe exatamente como agradar ao público, nós administradores em formação, nos sentimos representados, durante toda a palestra ele frisou aspectos importantes que não levamos em conta, dentro e fora da academia e que, sem dúvidas, devemos dar mais atenção.

A P L A U S O S! A P L A U S O S! Não calma, não são para mim, estou usando um recurso da função poética, para descrever o que muito se ouviu durante a apresentação do Dalmir, se eu a escrevesse, sem dar uma ênfase na palavra, você não entenderia, mas ele fez por merecer. Assim seja.

A P L A U S O S! A P L A U S O S! Me empolguei, é que essa questão do espetáculo contamina a gente e como diria Neal Gabler (1999):

“O resultado é que o Homo sapiens está se tornando rapidamente o Homo scaenicus – O homem artista”


A P L A U S O S! A P L A U S O S! A P L A U S O S! A P L A U S O S!
A P L A U S O S! A P L A U S O S! A P L A U S O S! A P L A U S O S!
A P L A U S O S! A P L A U S O S!
A P L A U S O S! A P L A U S O S!

domingo, 27 de abril de 2008

DA VEROSSIMILHANÇA AO ÍNDICE



Pequena retrospectiva histórica sobre a questão do realismo na fotografia


Segundo o Dubois, a foto é percebida como espécie de prova, ao mesmo tempo necessária e suficiente, que atesta indubitavelmente existência daquilo que mostra.Das idéias empreendidas no texto, verifica-se que o autor refaz o percurso histórico das posições defendidas pelos críticos e teóricos da fotografia.Em linhas gerais, ele descreve o percurso em três tempos:

A fotografia como espelho do real (o discurso da mimese). O efeito de realidade ligado à imagem fotográfica foi a princípio atribuído à semelhança existente entre a foto e seu referente que vê na foto uma reprodução mimética do real. Este discurso foi colocado por inteiro no início de século XIX. Nessa época, enquanto uns autores elogiam o discurso sobre a foto, outros lideram às denuncias, como Baudelaire, segundo ele, o “novo sol” adorado pela multidão idólatra é com certeza a luz que entra na caixa escura, imprime a imagem, sem que o fotógrafo tenha algo a ver com isso, ele contenta-se em assistir à cena, não passa de um assistente da máquina. Para Baudelaire, o papel da fotografia é conservar o traço do passado ou auxiliar as ciências em seu esforço para uma melhor apreensão da realidade de mundo. Ele considera a fotografia como um auxiliar da memória, uma simples testemunha do que foi, e não deve principalmente pretender “invadir” o campo reservado da criação artística.

Em contrapartida, contrários à posição de Baudelaire outros discursos proclamavam a libertação da arte pela fotografia. Em 1945, André Bazim afirmava que a fotografia libertou as artes plásticas de sua obsessão pela semelhança. Para ele, a distribuição era clara, à fotografia, era a função documental, a referência, o concreto, o conteúdo; à pintura, a busca formal, a arte, o imaginário. Nessa perspectiva, a fotografia seria o resultado objetivo da neutralidade de um aparelho, enquanto a pintura seria o produto subjetivo da sensibilidade de um artista e de sua habilidade.

Para Bazim, o que interessa não é a imagem feita, é mais o próprio fazer, suas modalidades de constituição. Segundo ele - a solução não está no resultado, mas na gênese – essa gênese é automática. As concepções de Bazim transmitem a idéia de que a foto é antes de mais nada índice antes de ser ícone, pois o peso do real que a caracteriza vem do fato de ela ser um traço, não de ser mimese.
A foto é concebida como espelho do mundo, é um ícone no sentido de Ch. S. Peirce.

A fotografia como transformação do real (o discurso do código e da desconstrução). Logo se manifestou uma reação contra esse ilusionismo do espelho fotográfico. O princípio de realidade foi então designado como pura “impressão”, um simples efeito.Se, de maneira geral, o discurso do século XIX sobre a imagem fotográfica é o da semelhança, no século XX insiste mais na idéia de transformação do real pela foto.

A segunda atitude consiste em denunciar essa faculdade da imagem de se fazer cópia exata do real. Qualquer imagem é analisada como uma interpretação – transformação do real, como uma formação arbitrária, cultural, ideológica e perceptualmente codificada.

Numa retomada as observações feitas no século XIX, o Dubois discorre as polêmicas sobre a questão da fotografia como arte, e afirma que, se observarmos concretamente a imagem fotográfica, ela apresenta muitas outras “falhas” na sua representação pretensamente perfeita do mundo real.

O autor evoca os relatos por intermédio dos estudos que se inspiraram em teorias da percepção, nos escritos de Rudolf Arnheim, em seu livro, ele propõe uma enumeração sintética das diferenças aparentes que a imagem apresenta em relação ao real: em primeiro lugar, a fotografia oferece ao mundo uma imagem determinada ao mesmo tempo pelo ângulo de visão escolhido, por seu distanciado objeto e pelo enquadramento; em seguida, reduz, por um lado, a tridimensionalidade do objeto a uma imagem bidimensional e, por outro, todo o campo das variações cromáticas a um contraste branco e preto; finalmente, isola um ponto preciso de espaço – tempo e é puramente visual (às vezes sonora no caso do cinema falado), excluindo qualquer outra sensação olfativa ou tátil.

Mais engajados e radicais na via da denúncia do realismo fotográfico, vêm em seguida às análises de caráter mais ou menos francamente ideológico, que contestarão a pretensa neutralidade da câmera escura e a pseudo-objetividade da imagem fotográfica. Hubert Damisch (1963) e Pierre Bourdieu (1965), em perspectivas diferentes, insistem ambos no fato de que câmera escura não é neutra nem inocente, mas que a concepção de espaço que ela implica é convencional e guiada pelos princípios renascentistas.

Alain Bergala, em seu texto “lê pendure”, ataca as “fotos históricas estereotipadas” das quais diz que são de fato “fotos inteiramente dominadas, controladas – qualquer que seja seu local de origem -, engodo de um consenso universal factício, simulacro de uma memória coletiva, na qual eles imprimem uma imagem de marca de acontecimento histórico, a do poder que as selecionou para fazer calar todas as outras”.

Segundo o autor, os usos antropológicos da foto, mostram que a significação das mensagens das mensagens fotográficas é de fato determinada culturalmente, que ela não se impõe como uma evidência para qualquer receptor, que sua recepção necessita de um aprendizado dos códigos de leitura.

O antropólogo Melville Herskovits mostrou um dia a uma aborígine uma foto de seu filho. Ela foi incapaz de reconhecer a foto até o antropólogo atrair sua atenção para os detalhes da foto (...). A fotografia não comunica qualquer mensagem para aquela mulher até que o antropólogo a descreva para ela. O dispositivo fotográfico é, portanto, de um dispositivo codificado culturalmente. A foto é aqui um conjunto de códigos, um símbolo nos termos peircianos.

A fotografia como traço de um real (o discurso do índice e da referência). A terceira maneira de abordar a questão do realismo em foto marca certo retorno ao referente, mas livre da obsessão do ilusionismo mimético.

A última parte do trabalho trata justamente das teorias que consideram a foto como procedente da ordem do índice (representação por contigüidade física do signo com seu referente). E tal concepção distingue-se claramente das duas precedentes principalmente pelo fato de ela implicar que a imagem indiciária é dotada de um valor todo singular ou particular, pois determinando unicamente por seu referente e só por este: traço do real.

Segundo Peirce, o ponto de partida é portanto a natureza técnica do processo fotográfico, o principio elementar da impressão luminosa regida pelas leis da física e da química. Em primeiro lugar o traço, a marca, o depósito. Em termos tipológicos, isso significa que a fotografia aparenta-se com a categoria de “signos”, em que encontramos igualmente a fumaça (indício de fogo), a sombra (indício de uma presença), a cicatriz (marca de ferimento), a ruína (traço do que havia ali), o sintoma (de uma doença), a marca dos passos etc. todos esses sinais têm em comum o fato “de serem realmente afetados pelo objeto” de manter com ele “uma relação de conexão física”. Nisso, diferenciam-se radicalmente dos ícones (que se define a penas por uma relação de semelhança) e dos símbolos (que, como as palavras da língua, definem seu objeto por uma convenção geral). Como índice, a imagem fotográfica não teria outra semântica que não sua própria pragmática. A foto é em primeiro lugar índice. Só depois ela pode tornar-se parecida (ícone) e adquirir sentido (símbolo).

domingo, 20 de abril de 2008

A EXPERIÊNCIA ESTÉTICA


O que é beleza?

Texto de: João Francisco Duarte Júnior

A beleza não é uma qualidade objetiva que certos objetos possuem. A beleza não se encontra nas coisas, não é um certo atributo objetivo que determinados objetos detêm e outros não. Poderíamos pensar que a beleza seja produzida “no interior” do ser humano, que ela nasça exclusivamente em nossa consciência, entretanto a beleza não nasce e vive em nossa consciência por si própria. Ela não se encontra no objeto em si mesmo, nem isoladamente nos sujeitos humanos.
Segundo João, a beleza habita a relação. A relação que o sujeito (com uma determinada percepção) mantém com um objeto.
Para referir-se a obra de arte e para que ela é construída, o autor cita Sussane Langer, que afirma – a arte é a criação de formas perceptivas expressivas do sentimento humano. A arte é sempre a criação (ou construção) de formas. Toda obra de arte é uma forma acabada, seja ela estética ou dinâmica. A arte dirige-se fundamentalmente às faculdades perceptivas humanas (e não às intelectivas).
Uma obra de arte simboliza apenas e tão-somente os sentimentos que existem nela própria: ela não nos transmite um conceito, idêntica para todos. Por isso ela é quase um símbolo que não nasce de uma rígida convenção, como é o caso da linguagem. O que uma obra nos exprime, o que ela nos permite é contempla os sentimentos por meio de formas que guardam uma relação de analogia com eles.
Segundo o autor, enquanto a ciência busca chegar o mais perto possível do extremo da comunicação. A arte, pelo contrário, busca estar o mais próximo do pólo da expressão. Não se pode dizer o significado de uma obra, não se pode exprimir aquilo que há nela de outra forma, a não ser por ela própria; não existem sinônimos no caso da arte. Nos domínios da arte, uma pequena alteração em sua forma altera o sentido da obra. A arte significa apenas aquilo que existe em suas formas perceptivas, e que não pode ser expresso de nenhuma outra maneira. Na arte não existe um “conteúdo” que possa ser expresso (identicamente) de várias maneiras: a forma é o próprio conteúdo.
João Francisco afirma que, o que ocorre numa experiência estética é que nossos sentimentos são tocados, são despertados pelas formas do objeto e então vibram, dando-se a conhecer a nós mesmos.
Segundo Umberto Eco, esteta italiano, citado pelo autor, diz que a obra de arte é “aberta”: ela é aberta para que cada um complete o seu sentido. Se na comunicação as ambigüidades devem ser evitadas, na arte (uma forma altamente expressiva), pelo contrário elas são desejadas.
Uma experiência estética deve fazer pensar; uma obra de arte é (para nós) uma grande obra enquanto permanece “em nossa cabeça” após fruída.
Uma obra de arte é apreendida em si própria: nós neutralizamos todo o contexto ao seu redor.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Eh isso ai

Mais uma prova jah passou e naum precisamos nos preocupar, pelo menos os que tiraram notas boas no primeiro credito, mas os que naum conseguiram eh soh se esforçarem para atingir pelo menos a media para passarmos pelo 3º semestre tranquilos e passarmos por mais uma fase!!!

Os superiores de Peter Parker reclamaram que ele naum está mais levando a maquina fotografica e tambem que ele naum está mandando mais fotos pro email da turma. Bem, a 2ª opção eh que ele esta colocando num album virtual chamado PICASA e o endereço eh http://picasaweb.google.com/fmtadm e as fotos estao todos lah!! eh soh dar uma olhada. Hoje ele vai levar a maquina fotografica pra tirar mais fotos da turma!!

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

A Faculdade


Aqui estão eu, Fernando e Dona Nilva, esses dois trabalham na biblioteca da faculdade e estou postando aqui no blog o meu primeiro comentario e também o primeiro comentario do blog pra dizer que gosto da faculdade e das pessoas que estudam comigo e tambem as pessoas que trabalham aqui na Faculdade Madre Thais (FMT).
Só vim aqui dizer que é muito massa todos e que tudo que escrevi vai estar gravado neste blog.
Brigadao
Henrique